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WAKEBOARD: UM ESPORTE EMOCIONANTE

Quem gosta de emoção em alto mar, precisa conhecer esse esporte náutico, que começou a ser praticado nos Estados Unidos em 1979, mas que só chegou ao Brasil em 1990.

Para praticar o wakeboard é preciso três equipamentos: uma prancha, um cabo e um barco. Eles permitem que os atletas realizem todas as manobras com segurança.

Prancha –  O atleta deve usar uma prancha de acordo com seu peso e tamanho. A tendência são as pranchas curtas porém largas. A envergadura da prancha, ou rocker, influencia na hora dos saltos. Por isso, antes de comprar sua prancha, verifique todos os detalhes.

Cabo –  O cabo é o chamado elo entre o atleta e o barco. Sua distância depende do progresso do praticante em relação ao esporte. No começo, o cabo deve ter aproximadamente 15 metros. Depois, a medida pode chegar até a 19 metros. Quanto maior o cabo haverá mais tempo no ar para a realização das manobras. Outro ponto importante é que os cabos não podem ser elásticos, pois o atleta perde o equilíbrio no ar.

Barco – É necessário um barco veloz, preciso e que mantenha uma linha reta durante as manobras. Além disso, é muito importante o barco estar pesado, por causa das marolas. O mastro do barco serve para que o atleta seja puxado para frente e não para baixo. A participação do piloto também é de extrema importância na hora da apresentação do wakeboarder.

Outra situação importante para a prática desse esporte é a escolha do local que deve oferecer espaço para o trajeto do barco e segurança do atleta. É fundamental tomar cuidado com banhistas, afinal a velocidade do barco é alta. A recomendação é praticar o wakeboard em águas profundas.

Os melhores locais para a prática são represas, lagos e o mar, desde que não haja muitas ondas, como no Cantão do Indaiá, em Bertioga, litoral paulista, onde a Marina Capital está instalada e que têm ótimas condições para quem quer se aventurar no wakeboard. Que tal? Venha para cá!

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